sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Ora então, duas coisas:

A primeira e a segunda!
Mas como eu sou chato vou começar pela segunda e deixo a primeira para depois!

Assim sendo, cá vai a segunda coisa.

Na próxima sexta-feira, de hoje a uma semana, como já é do vosso conhecimento e se não era passa a ser, eu e os meus ~"muchachos" vamos dar um concerto a favor da juventude da Cruz Vermelha Portuguesa do Seixal.
O evento é para começar às 21:00 mas se fosse eu a vámeces não ia jantado. A Tita faz uns caracóis de comer e chorar por mais, e vai haver mais petiscos e produto da fermentação da cevada em recipientes de sílica fundida ou, em alternativa, em recipiente de polímero derivado do petróleo.
Vai haver também carne de animal morto na brasa.
A entrada são €2,50 com direito a uma bifana e uma imperial.

Se não aparecerem, eu sei onde vocês moram todos...

(Muahahahahahahahahahaha)


E agora passemos então à primeira coisa, uma vez que já arrumamos a segunda.

"Atão e a guitarra, páh?"




















Bem, tá-se a fazer...

Obrigado a todos pelos desejos de boas férias. Depois venho cá com mais tempo falar com todos.

Abraços e beijos respectivamente ou conforme as preferências :)

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Tou oficialmente de férias!

Aléluia!

É desta que acabo a guitarra (IIEEEEEEEEEEEEEEEIIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!!!!!!!)

Regresso em Setembro!

Até lá passarei por aqui, mas com menos regularidade!

Inté :)

A propósito da peça de música escrita mais antiga da humanidade...


Não só pela música em si, riquíssima e com um sentido melódico que nos faz perceber que aquelas cabecinhas há 3500 anos atrás não eram assim tão diferentes das nossas, mas também por outro motivo.
A escala musical que usamos têm 7 notas mas é composta de 12 semitons! As sete notas (ut, ré, mi, fá sol, lá, si) são originárias de um canto gregoriano do Sec XI:

Ut queant laxīs    resonāre fībrīs
ra gestõrum    famulī tuõrum,
Solve pollūtī    labiī reātum,
Sancte Iõhannēs.

No entanto é chamada de escala pitagórica porque se acreditava ter sido inventada por Pitágoras, visto que foi ele quem definiu a escala, em instrumentos trastados e criou a “regra dos 18”. Esta regra afirma que num determinado comprimentos de escala, se o dividirmos por 18 e subtrairmos o resultado ao original, subimos meio tom! Se formos fazendo isto progressivamente ao longo da escala vamos subindo meio tom a cada divisão, razão pela qual as escalas de guitarra, baixo e outros instrumentos trastados são como são…
…o problema desta escala é que não é absolutamente certo, criando um desvio ligeiro, pelo que séculos mais tarde alguém chegou à conclusão que o correcto seria dividir por 17.817, o que acertava melhor a escala, embora não totalmente, mas próximo o suficiente para os nossos ouvidos não darem pela diferença.

Mas depois emerge uma peça musical de uma altura em que ainda nem se pensava que o Pitágoras pudesse vir a existir que foi composta numa escala de 12 semitons.
Isto quer dizer claramente que o Pitágoras não inventou a escala, apenas lhe deu uma razão e proporção matemática!

Agora, o curioso é a fixação da civilização Suméria com o nº12!
Se pensarmos um bocadinho, não é um nº intuitivo.
O dez é! Temos cinco dedos em cada mão, dez nas duas! Habituamo-nos a calcular mentalmente a partir do aprendermos a contar pêlos dedos. Torna-se intuitivo. 5+5=10!
Uma base 12 não é intuitiva! Exige um esforço acrescido! Se estivermos a contar de cinco em cinco é tudo fácil. De seis em seis, depois da tabuada decorada, torna-se complicado e já obriga a fazer alguma ginástica mental!
Coisas que os Sumérios aparentemente inventaram e que duram até hoje:

12 signos: o céu está dividido em 12 partes, cada uma delas correspondente a um dos signos
12 meses: o ano esta dividido em 12 meses. Cada estação tem 3 meses que é metade de metade de 12
O dia está dividido em duas partes de 12 horas. Cada hora tem 60 minutos, múltiplos de 12. Cada minuto tem 60 segundos, múltiplos de 12
Um circulo tem 360º múltiplo de 12
Consequentemente temos uma bola no espaço que foi dividida em 360º, quer em latitude, quer em longitude. Corta-se a bola ao meio e fica-se com 180º que se divide por 12. Divide-se esse espaço por 60 e temos a geolocalização. Latitude norte ou sul (a contar do ponto zero, o Equador), longitude este ou oeste (a contar do ponto 0, Greenwich), isto além de termos as 24 zonas horárias.


Ou seja, a música, a divisão do tempo e a localização espacial fazem-se, até hoje, numa base doze!

Resta saber porque raio aqueles gajos tinham um obsessão tão grande com o número 12…

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BeijoMolhado: ASSINEM E PARTILHEM...: ...QUE É PARA O BEM DE TODOS!   Por um Portugal sem incêndios

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

A peça de música escrita mais antiga conhecida!

Esta música foi descoberta em tablas Sumérias! E até existem as indicações de como interpretar.

Música de há 3400 anos!



Não soa muito estranho, sabendo que vem do médio oriente!



E curiosamente, descobre-se mais uma coisa com base duodécimal a emergir da cultura Suméria!