sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Caloiros!

Todos os anos tenho de levar com centenas de gente que congela os miolos durante algum tempo e se diverte a fazer figuras tristes!

Normalmente isto nem me chateia...

...a não ser em casos como o de há dois anos, em que um estúpido qualquer, completamente perdido de bêbado às 10:00 da manhã, atravessa uma rua para vir direito ao enorme espelho que está do outro lado, que só por um mero acaso era a vidraça do local onde trabalhava com uma enorme pelicula reflectora sensível à luz (como aquelas vidraças das salas de interrogatórios nas séries policiais)e, num puro acesso de narcisismo, se lança ao seu reflexo no vidro, beijando-o e lambendo-o (ao vidro, que diga-se já não devia levar uma limpeza a sério há algum tempo), para depois regurgitar coisas absolutamente inidentificáveis e se deixar cair sobre as regurgitações, o que deixou toda a sua roupa coberta de vomito, antes de se levantar, atravessar a estrada e continuar a beber, deixando um rasto de vomitado no vidro ou como o caso de ontem, em que entro num metro completamente apinhado, daqueles que os gatos gostam de ver passar porque lhes faz lembrar sardinha em lata, e me dou conta que a carruagem está completamente cheia destes mini inergumenos descerebrados e ter que fazer quase todo o percurso a levar com musicas berradas a plenos pulmões com letras que fariam corar o Bocage e me deixarem os ouvidos a zunir (eu que sou rocker, tenho uma Marshall como amplificador e gosto mesmo de ouvir aquilo a fazer barulho, portanto podem imaginar as outras pessoas que estavam na carruagem, isto já não falando dos miúdos pequenos que devem ter perguntado aos pais o que era dar o cu, coisa que todos aqueles imbecis afirmaram que fariam quando chegamos à estação do Intendente, mas pelos vistos era só garganta porque não ficaram por lá, infelizmente...)!
Eram todos os nossos futuros advogados...
...ou melhor, quase todos candidatos ao McDonalds e caixas de hipermercados!

Aí costumo ficar levemente chateado!

(é tão bom olhar para esta juventude e perceber que eles começam logo a ser doutrinados das melhores maneiras, pelos mais velhos, de matar neurónios à paulada...)

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Acho que às vezes escrevo coisas...

...só para ter a certeza que, mesmo que a memória se vá, algo fica...

Esta é uma delas.

Leiam por conta e risco!

(se quiserem dar-se a esse trabalho!)

A SECA



Cheguei a casa dela deviam ser umas cinco e meia da tarde, depois de ter passado um sábado da minha vida com os olhos pregados num monitor a fazer a treta mais repetitiva que se possa imaginar.
Tinha a vista cansada e apetecia-me descansar um bocado, relaxar. Esperava fazê-lo na companhia dela, com uma boa refeição, um copo de vinho tinto, um passeio à beira mar…
As minhas esperanças foram completamente aniquiladas assim que ela me disse a segunda frase, tendo a primeira sido um “Olá”.
-Lembras-te dos S.?
-Quem?
-Aqueles meus amigos que conheceste daquela vez, no bar…
-Ah, sim, lembro. Que é que têm?
-Convidaram-me para ir lá passar o serão. Eu disse que já tinha planos, e que estava acompanhada por ti, mas eles insistiram e disseram para te levar e não fui capaz de dizer que não.
“Mas devias ter dito!” pensei eu. Claro que o que eu pensei deve ter aparecido estampado no meu rosto.
-Não fiques assim, eles até são divertidos…
Claro que dependia do conceito. E sobretudo da paciência que havia, e hoje não havia muita.
-Pá, para te ser sincero não estou muito nessa… Se calhar tu vais, que já te comprometeste, e eu rumo para outras paragens. Afinal, amigo não empata amigo…
Ela fuzilou-me com o olhar que eu tinha catalogado com o numero vinte e oito e que dizia inequivocamente “Deixa-te de tretas, vais e pronto”.
Encolhi os ombros e resignei-me.
Antes de continuar a desfilar esta memória, deixem-me esclarecer uma coisa, que pode ajudar a perceber a minha pouca propensão para ir. Embora nos déssemos extremamente bem a todos os níveis, e nos entendêssemos perfeitamente, ao ponto de muitas vezes não ser necessário dizer nada para que o outro entendesse, a verdade é que a nível social éramos azeite e agua.
Eu, roqueiro, tinha como amigos montanhas de gente despretensiosa, malta cujo o lema de vida era sexo, drogas e rock’n’roll. Muitos dos meus amigos eram músicos, profissionais e amadores, e quando estávamos todos juntos estávamos sempre bem… Desde que houvesse cerveja, porque se não houvesse, mudávamo-nos.
Ela, a tia de Cascais. Mais velha que eu uns anos, sempre cuidada e arranjada, roupas de marca, a maquilhagem certa, as lentes de contacto coloridas (com as quais eu embirrava solenemente pois não me deixavam ver os olhos dela, de um castanho mel lindíssimo) que condiziam com a roupa e cujos amigos eram gente da classe média-alta ou alta, que davam aquelas festas aborrecidamente chiquérrimas.
Quando os nossos mundos colidiam havia, quer da parte dos amigos dela, quer dos meus, uma estranheza imensa, mas eu sempre relevei isso.
Mas tendo esclarecido este ponto, que ajudar, talvez, a explicar o porquê de eu preferir ir-me embora a ter de aturar um serão em casa dos S., voltemos às memórias.
Onde é que eu ia…?
Ah!
Depois de me fuzilar com o olhar, eu voltei-me para ela e argumentei.
-Olha lá, mas não vim minimamente preparado para ir a lado nenhum. Não tenho roupa, estou a precisar de um banho e qual é o objectivo de vestir a t-shirt e as calças sujas depois de um banho?
-Calculei que dissesses qualquer coisa do género, por isso vai ver acima da minha cama. Está lá uma t-shirt lavada que te serve e um casaco que era do M. e que ainda ai ficou. Vê lá se te serve…
-Mas queres que eu me vista com roupa do teu ex.?
-E então?
Não valia a pena argumentar. Apesar do meu ar de poucos amigos, lá fui ver se o casaco me servia, uma vez que o M. era substancialmente mais baixo que eu. Infelizmente, era também bastante forte, pelo que o casaco até me serviu.
Fiz-lhe companhia durante um pouco na cozinha, enquanto ela começava a preparar o jantar. Queria jantar cedo para podermos estar lá às horas combinadas.
Ao fim de pouco tempo fui tomar o meu banho e quando sai estava já a comida em cima da mesa. Jantamos meio em silêncio, eu porque estava contrariado mas resignado e ela porque não queria forçar nada. Depois fomo-nos vestir.
Eu demorei os meus normais cinco minutos. Já ela…
…ao fim de meia hora ainda a esperava na sala. Mas finalmente apareceu.
-Estou pronta. Que é que achas?
Achei que me apetecia, ali, naquele momento, desfazer o trabalho todo que ela tinha tido, levá-la para a cama e parti-la ao meio.
Estava toda produzida da cabeça aos pés, o que contrariava um bocado a história do “é-só-um-serão-informal”. O vestido preto, liso, justo, que acabava quatro dedos acima do joelho, colava-se-lhe às formas e realçava-as e deixava ver o suficiente das suas pernas lindas, perfeitamente depiladas e com a pele morena ainda brilhante do creme hidratante, cuja elegância estava ainda mais realçada pelas sandálias de salto alto, pretas e simples, em que ela andava com uma segurança absoluta. Uma vez que o vestido deixava desnudas as suas costas, não usava soutien, o que deixava os seus mamilo pressionados contra o tecido, como se o quisessem furar, e apetecia-me chegar a ela e trincá-los, assim mesmo, por cima do tecido.
A maquilhagem de rosto, perfeita, fazia-a parecer uma capa de revista, linda. Claro que sempre a preferi ver ao natural, mas ainda assim, quando ela se produzia…
Ela notou o meu olhar.
-Em que é que estás a pensar?
-Em nada…
Ela sorriu, com aquele sorriso maroto que dizia tudo.
-Ainda bem. Podias estar a ter alguma ideia estranha, e nós agora não temos tempo…
-Ideia estranha? Eu?
-Sim…
-Pois, talvez, agora que falas nisso. Mas tu costumas gostar das minhas ideias estranhas…
-E agrada-me que as tenhas… Mas tem de ficar para mais logo.
-Isso é uma promessa?
-É. E nem é daquelas feitas por políticos…
Saímos de casa com um sorriso. Fomos no carro dela, e eu não me contive a pôr-lhe a mão em cima da perna e passar-lhe os dedos ao de leve, enquanto ela conduzia.
-Olha que eu estou a conduzir e ainda me desconcentras…
-Mas estou a fazer alguma coisa de mal?
-Não, mas eu conheço-te… Se não te digo nada, vais subindo…
-E era mau?
-Nada. Mas estando a conduzir pode ser chato.
-Eu contenho-me.
-Acho bem.
Lá chegamos ao nosso destino, um prédio alto cuja entrada era um indicio do quanto os apartamentos deviam ser luxuosos.
Entramos para o elevador. Ela, como qualquer mulher que se preze, aproveitou o espelho para ver se estava tudo bem, dar um ou outro toque no cabelo que a deixava exactamente igual, mas com a impressão de que não, enquanto o elevador prosseguia na sua marcha lenta prédio acima.
E eis que, por volta do quinto andar, o elevador pára com um solavanco ao mesmo tempo que ficamos mergulhados na escuridão, iluminados apenas por uma pequena luz de emergência.
-Bonito. Falha de electricidade… - disse eu.
-Bolas, pá… - disse ela com nervoso na voz - … se eu já detesto isto quando está a andar, ficar aqui fechada…
Puxei-a para mim e abracei-a, aninhando-a contra mim.
-Não te preocupes, a luz já volta e isto volta a andar…
-Espero que sim…
Eu também o esperava. Não que me metesse confusão estar dentro de um elevador parado quase às escuras, mas estar ali com ela, e ela assim…
…só me apetecia…
Enquanto a tinha abraçada a mim, ia-a mimando, passando com as minhas mãos ao longo do seu corpo, sentindo-lhe as formas coladas ao tecido leve. Queria beijar-lhe os lábios, tocar a sua língua, mas não queria estragar-lhe a maquilhagem. Afinal estávamos a três pisos do nosso destino. Mas que ela me apetecia…
As minhas mãos foram-se tornando audazes. Percorria-lhe o corpo, apalpava-a, subia até aos seus seios, sentia-lhe os mamilos por cima do tecido…
…e sentia o corpo dela a responder, a colar-se ao meu para me sentir.
Comecei a mordiscar-lhe os ombros desnudos enquanto as minhas mãos vagueavam pelo seu corpo.
-Tu não sejas mau…
-Estou a ser?
-Estás.
-Mas queres que eu pare?
Ela respirou fundo e deu-me uma dentada leve no pescoço.
-Não, podes ser mau mais um bocadinho…
E eu fui sendo…
A luz demorava na mesma proporção que a minha vontade dela aumentava. As minhas carícias foram-se tornando mais afoitas e as objecções dela, faladas ou pensadas, foram sendo derrubadas. Com ela ainda abraçada a mim, fui-lhe subindo o vestido.
-Tu és mesmo mau…
-Mesmo, mesmo?
-Mesmo, mesmo!
Larguei-a, ajoelhei-me no chão à frente dela, meti as mãos por dentro do vestido, subindo ao longo das suas pernas, agarrei o fio dental e fi-lo deslizar pernas abaixo, até aos pés. Ela, calmamente, sem uma palavra, levantou um pé e depois o outro, permitindo que eu lhe tirasse completamente a peça de roupa que guardei no bolso do casaco, atabalhoadamente.
Depois olhei para ela enquanto lhe subia a saia. Ela estava afogueada de tesão. Olhei para o seu sexo, liso e depilado.
-Sabes que mais? – Disse-lhe – Já que não te beijo esses lábios bons para não estragar a maquilhagem, acho que me vou vingar nestes…
E com isto passei a minha língua insalivada pelo clítoris dela, fazendo com que ela tremesse um pouco e soltasse um pequeno gemido. Depois colei-lhe os lábios e chupei-a. Estava doce, tão doce…
Quando a senti já bem molhada comecei a penetrá-la devagar, com dois dedos, enquanto a chupava.
-Se a luz volta agora… - Disse ela com uma voz perdida de tesão.
-É bom que não volte…
Continuei a acariciá-la e a chupá-la. A situação em si e os imponderáveis faziam com que tudo fosse ainda mais excitante.
-Se passa alguém nas escadas…
-Vai ficar com uma inveja do caraças… - Disse-lhe eu.
Por esta altura ela só não escorria porque eu aproveitava cada gota do seu leite para satisfazer a minha sede dela, que ainda assim nunca estava satisfeita.
Ela por fim cedeu, não aguentou mais e veio-se na minha mão e boca, tentando conter os barulhos o mais possível. E eu a fazer os possíveis por que ela gemesse e gritasse mais…
Quando por fim acalmou só me disse com uma voz melada e com um fogo no olhar de pura tesão:
-Isso não se faz!
-Ai faz, faz! Até se faz pior…
Levantei-me, desapertei as calças, fi-la ficar de costas para mim, ela dobrou-se para a frente, agarrando-se ao varão do elevador, e eu, de uma só estocada fiz-me deslizar todo para dentro dela. Estava tão quente, tão…
…boa.
Sabíamos ambos que de um momento para o outro poderíamos ter de interromper esta pequena festa privada, pelo que não era altura para nos torturarmos. Penetrei-a furiosamente, vigorosamente, a tentar controlar-me apenas para a levar a um orgasmo junto comigo que eu sabia que não demoraria…
…e não demorou!
Chegamos lá os dois intensamente, enquanto tentávamos controlar o barulho que fazíamos.
Quando acalmamos os dois ela só me dizia:
-Espera, não saias… - enquanto procurava os lenços de papel na sua mala.
Lá os encontrou e eu lá sai dela. Enquanto eu apertava as calças e ela se limpava a luz voltou de repente e o elevador arrancou com um solavanco. Ela, quase em pânico, passou-me os lenços com que se limpara para as mãos, desceu a saia, e olhou-se ao espelho para ver se não havia muitos estragos. Achou que estava tudo bem, respirou fundo, compôs-se e quando o elevador parou já nada se tinha passado. Enquanto lhe abria a porta ainda lhe sussurrei:
-Vês, não foi assim tão mau faltar a luz…
-Pois, por acaso não foi! – Respondeu ela piscando o olho - Mais logo acabamos esta conversa!
-Sim, há muito mais a dizer...
Tocamos à porta e os S. vieram receber-nos. Entre os cumprimentos de circunstância lá veio a pergunta por parte da dona da casa:
-Não me digam que ficaram fechados no elevador!
-Foi, … - respondeu ela - …e foi horrível!
-Pois, calculo!
O senhor S. olhou para mim, e estranhamente para o meu casaco. Depois dirigiu-se a mim com um ar matreiro:
-Uma verdadeira seca, não? – e piscou-me o olho.
Levei a mão ao bolso do casaco e senti o fio dental dela meio fora do bolso. Sorri.
-Do pior, mesmo!

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

AVISO A TODAS AS MULHERES QUE JOGAM POKEMON GO!!!!

As consequências do jogo podem não ser tão inocentes como isso!
A avaliar pelo caso exposto no video, os pokemons podem ser marotos!
Depois não digam que não foram avisadas nem reclamem quando quiserem dar o nome de Pikachu ao puto!


Concurso Blogs do Ano

A sério?
Mesmo?!?

É que à primeira vista parece ser uns quantos furos pior que o festival RTP da canção...

(Que, a bem da música Portuguesa, este ano não se realizou...
...sendo que a ultima edição que se realizou teve uma única coisa boa: o vestido recheado da Joana Teles!)

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Coverdale/Page - Black Dog (with Out On The Tiles intro) (Live In Osaka ...

Bolas! Quando se é bom, é-se bom e mainada!



Granda dupla!



Coverdale no topo, umas das melhores vozes do Rock



Jimmy Page! É preciso dizer alguma coisa?



Brutal!



Embora…

…já tenha escrito por aqui acerca disto algumas vezes, e feito referência a algumas das coisas que vou falar aqui, é um assunto que teve implicações para o mundo fora do comum e merece ser esmiuçado!
O infame 9/11 (não, não é o Porsche! Antes fosse!)

Comecemos então por algo simples!
Alegadamente um Boeing 757-223 foi estampado contra a parede externa do Pentágono matando 66 passageiros, a tripulação e 125 funcionários no edifício.
Foi este o facto que me fez ficar, desde o primeiro instante, a pensar “Aqui há gato!”.
O Pentágono é dos edifícios mais seguros do mundo! É, no mínimo, estranho que os gajos que tinham tido umas quantas horas de instrução de voo conseguissem apropriar-se de um avião comercial, atravessar os Estados Unidos, fazer manobras impossíveis para aquele avião, alinharem o avião a uma altitude baixíssima com a parede do edifício e não haver mais que um enorme buraco redondo depois de o avião atravessar três paredes de betão armado reforçado com aço.
Mais estranho ainda é isto:



Como se pode ver, o avião volatilizou-se com o impacto! O que é um feito e tanto! Não há pedaços da fuselagem, não há motores, não há trens de aterragem, não há assentos, não há corpos, não há bagagens!

Até hoje não foi encontrada uma única peça nem foi produzido um único nº de série de qualquer uma das três milhões de peças que compõem um avião!

Só para comparação, quando o outro maluco decidiu enfiar o avião contra uma montanha, matando todos os que estavam a bordo, o resultado foi este!



Lembro-me que ia para beber um café quando vi todos parados a olhar para a televisão com um ar de incredulidade.
-Que é que se passa?
-Houve um acidente em Nova Iorque. Um avião foi contra uma das torres do WTC!
Fiquei chocado! Mas acidentes acontecem! Ainda que aquele fosse um acidente estranho!
Bebi o café e quando voltava dá-se o choque do segundo avião!
-Pá, isto não é um acidente! Isto é um atentado! O Arafat está fod… - disse eu na hora!
Entretanto chegam as noticias de um avião contra o Pentágono e as primeiras imagens de helicóptero do local e eu perguntei de imediato:
-Avião? Mas qual avião? Não está ali avião nenhum!
Estou convencido que não só não estava como nunca esteve!

Nunca foram entregues pelas forças de segurança americanas as imagens de câmaras de vigilância, que as do próprio Pentágono, quer as que foram confiscadas de outros locais!

Mas se não havia avião no Pentágono…

Olhando bem para as filmagens escassas que existem dos aviões a embater nas torres, há algumas coisas que saltam à vista:

A filmagem mais famosa foi feita a quilómetros de distância, com um zoom extremamente elevado o que resultou numa resolução baixíssima. Quando a imagem passou para o helicóptero a panorâmica da câmara apanhava toda a ilha de Manhatan! De tal forma que, sabendo nós a trajectória de voo e a velocidade do avião, este devia ter aparecido na imagem, antes da câmara ter feito zoom. Mas não está lá! Na altura apareceram os primeiros sistemas de montagem de imagem em tempo real por Luma Key, ou seja, criando mascaras transparentes de imagem através de contraste! Curiosamente o camaramen no helicóptero não só era especialista nisso, como tinha anúncios de jornal a para angariar trabalho nessa área, descrevendo neles o material que tinha para o efeito!
Outro dos vídeos famosos foi difundido horas mais tarde, filmado por alguém que estava no chão e vê-se claramente o avião a entrar pelo edifício adentro com mais facilidade do que uma faca em brasa corta manteiga, provocando a seguir uma enorme explosão. O problema é que o avião não se deforma minimamente no impacto, simplesmente entra pelo edifício a 800km por hora, velocidade impossível para um 767 a voar a 100 mts de altitude! A velocidade máxima deste avião a baixa altitude anda à volta dos 600 KM/h devido à densidade do ar. Velocidades mais altas só em altitudes elevadas, onde o ar é menos denso e as turbinas dos motores conseguem puxá-lo para dentro!

Um avião é maioritariamente feito de alumínio. O edifício era feiro de vigas de aço e os andares de betão reforçado com barras de aço! Numa guerra de aço vs alumínio, adivinhem quem vence?
Ainda que o avião entrasse pelo edifício, ter-se-ia desfeito. A fragilidade das asas fariam com que estas se partissem e os motores, feitos de ligas metálicas ultra resistentes, teriam caído na avenida! Nada disto se passou.
O avião entrou e deixou um buraco com o seu contorno, algo que só costuma acontecer nos desenhos animados! Nas imagens que há do buraco não se vêem quaisquer sinais da cauda do avião, por exemplo!


As pessoas que estão no chão recusam-se a acreditar que foi outro avião. “Mas qual avião? Não houve avião nenhum, só uma enorme explosão!”. Foram os repórteres que os informaram que foi um avião.
Um repórter fotográfico que fotografou a explosão do segundo impacto jura até hoje que não viu nenhum avião. Tinha a câmara apontada ao edifício quando este explodiu!

Depois as torres entraram em derrocada! Nunca antes um incêndio em torres de cimento e aço fez com que estas caíssem, sendo as torres gémeas o primeiro e até hoje único caso em que tal aconteceu!

Mas as torres entram em derrocada e aquilo que sobra é isto!




A foto acima revela uma coisa interessante: 95% da estrutura dos edifícios desfez-se em pó e ficou espalhada por toda a Nova Iorque. Não sobrou nada dos aviões, nem sequer as peças de titânio. Das 8 caixas negras recuperadas, sete estavam avariadas. A coisa mais resistente do mundo, feita para sobreviver a catástrofes inexplicáveis e com sistemas de redundância, falhou! É mesmo um azar do caraças! E ainda assim o passaporte de um dos terroristas aterrou em perfeitas condições na avenida, onde foi encontrado! É a primeira vez que papel consegue ser mais resistente que aço, alumínio e titânio! Aliás, devíamos retirar estes metais de circulação e substituí-los pelo mesmo papel de que são feitos os passaportes! Estaríamos muito mais bem protegidos!

Se alguém estivesse no telhado do WTC e largasse um objecto, este chegaria ao chão em 9,2 segundos, se contarmos apenas com a gravidade. Incluindo factores como a resistência ao ar, demoraria mais de 10 segundos! Os edifícios derrocaram em 9,8 segundos, ou seja, em queda livre!

E depois há o edifício 7!
O edifício 7, de 47 andares, colapsou também em velocidade de queda livre…
…embora não tenha sido atingido por nenhum avião!
Mas o mais estranho é isto:




20 minutos antes de o edifício entrar em derrocada, a BBC anunciou que o edifício tinha caído, embora a repórter que dava a noticia em directo ainda tivesse o edifício claramente visível atrás dela! Isto só mostra a eficiência extrema dos britânicos que conseguem antecipar as noticias por 20 minutos! É obra!

E o avião que caiu e não fez mais que um buraco no chão graças ao heroísmo dos passageiros e tripulação?
Vaporizou-se! Não há corpos, não há destroços…

O combustível de avião que usam nos estados unidos deve ser uma coisa mesmo do caneco!

Houve quatro aviões a voar erraticamente durante horas nos Estados Unidos! Nem um caça foi lançado para os interceptar! Levando em conta que falamos da maior super-potência militar do mundo, isso não abona muito em favor de nada!

Mas estes são os factos! Se isto foi manipulado?
Bem, a famosa filmagem que apareceu umas horas depois, comprada a um cidadão que por acaso tinha uma câmara com ele foi transmitida com som. Houve-se o ruído de fundo normal da rua, um avião por momentos e uma enorme explosão!
Quando a CNN lançou um DVD com essas filmagens, anos mais tarde, num documentário chamado “Remember 9/11” ouve-se o ruído de fundo, o avião, a explosão e uma voz “Oh my God, it´s a plane…”
A voz não estava lá a 11 de Setembro de 2001 mas 4 anos mais tarde estava…

Mas…
…se isto não foi um ataque terrorista…

Foi! Foi um ataque terrorista! Sem qualquer sombra de dúvidas! O problema aqui é:

-Mas quem foram, afinal, os terroristas?

Demos um passo atrás!

 -O WTC foi adquirido algum tempo antes dos atentados. Foi segurado pelo triplo do valor pago!
Logo o proprietário tinha algo a ganhar!

-Pouco tempo antes do atentado foi admitido pelo governo federal não saber onde paravam 6,1 biliões de dólares! Infelizmente, no ataque ao Pentágono todos os funcionários que investigavam o caso, bem como toda a documentação a ele referente foram perdidos, visto o avião ter destruído exactamente essa ala, que tinha sido renovada à pouco tempo, deixando as instalações das altas patentes, local óbvio para ser atacado, incólume!
Quem desviou os 6,1 biliões tinha algo a ganhar!

-O regime fundamentalista no Afeganistão destruía as culturas de papoila do ópio o que provocou uma escassez mundial de heroína. A invasão Americana em retaliação aos ataques acabou com a destruição. Hoje em dia o Afeganistão é responsável por 85% da heroína que existe no mundo. Saíram de lá, entre o 11 de Setembro de 2001 e 2010 500.000.000.000 de dólares em heroína só para os Estados Unidos, sem contar com o resto do mundo!
Os traficantes tinham muito, mas mesmo muito a ganhar!

-Não se acabaram as armas aos rebeldes, embora andassem escondidos em cavernas no meio de montanhas! Os traficantes de armas tinham muito a ganhar!

-Os Estados Unidos fazem tudo para pôr os pés no Iraque e acabam por conseguir! As petrolíferas americanas tinham muito a ganhar!

E já agora, o que é que a Al Qaeda tinha a ganhar?
Aliás, o que é que o mundo Árabe tinha a ganhar?

Ainda me lembro da cara do Arafat, minutos depois de eu ter pensado que ele estava Fod… a aparecer na televisão, branco como uma parece de cal, a dizer que aquilo não tinha sido obra dele e que condenava tal acto! De facto, ele sabia que nada havia a ganhar com aquilo, e que apenas podiam perder!
Numa investigação, o motivo costuma ser a coisa mais forte!
Quem é que tinha mais motivos?